Marcas.


























 
.: Rafaella :.

Por enquanto uma garota de 20 anos com um teclado na mão e umas viagens na cabeça.
Nunca se sabe o que sairá e em que quantidade sairá.
Mas que sairá sairá.
O que sou, o que gosto (ou não), quem gosto, isso virá a seguir. Ou se vc desejar, experimente ler meus posts.
Quem sabe não encontre algo que lhe possa ser útil, e quem sabe, vc usa-lo contra mim um dia...


That's me! Nice to meet you!

.:Links :.

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Confusius
 
Sexta-feira, Abril 23, 2010  
Novo: http://rafaellacoury.blogspot.com/
10:37 AM

Segunda-feira, Janeiro 04, 2010  
Coisas que gosto:
o sorriso;
as piadas sem graça;
o sono;
o espirro;
a voz;
o sotaque;
a música;
o ovo mexido;
a disposição;
o companheirismo;
a paciência imensa;
a confiança;
o carinho;
a dedicação;
a gentileza;
o cuidado;
a cumplicidade;
a lealdade;
a preocupação;
as surpresas;
os elogios;

o fato de ter entrado e não ter saído mais;
os planos que faz;
a vontade de fazer durar;
a vontade de estar perto;
a vontade de agradar;
o esforço para fazer bem;

o fato de fazer bem sem querer;
o fato de completar;
o fato de concordar;
o fato de saber conversar sobre tudo;
o fato da companhia bastar;

Gosto disso.
E gosto de muito mais.

E amo demais.
Você.

3:53 PM

 

20-12-2009


A dor da saudade.
A dor das coisas não serem como nós gostaríamos.
A dor do tempo.
A dor da distância.
A dor do que não podemos controlar.
O aperto no peito pelo que os outros fazem a você.
O aperto no peito pelo que os outros NÃO fazem a você.
A dor da esperança e da consequente decepção.
A dor do arrependimento.
A dor de pensar demais.
A dor da insegurança.
A dor da dúvida.
A dor da falta de confiança.
A dor da indiferença.


A dor da falta.

2:27 AM

Sábado, Janeiro 02, 2010  
Durante vários anos escutei garotos me dizendo o que fazer e principalmente o que NÃO fazer.
NÃO saia.
NÃO vá.
NÃO use.
NÃO fale.
NÃO sorria.
NÃO seja amigável.
NÃO seja simpática.
Era ou isso, ou alguma briga feia, alguma chantagem ruim, ou qualquer outra coisa que eu faria de tudo para evitar, então fazia o que me era dito.

Quanto a mim, nunca tive que dizer isso.
Eles nunca quiseram fazer alguma dessas coisas que me desagradaria, como eu poderia fazer a eles.
Eles não tinham uma vida paralela a mim que me incomodasse, nem interesse de fazer alguma dessas coisas.

Então eu sempre fui impedida, mas nunca precisei impedir.

Talvez seja por isso que hoje, mesmo sendo impedida, eu não consigo impedir, mesmo que eu aparentemente precise.

É mais fácil ser condescendente do que correr o risco de magoar aqueles que ama.

12:44 AM

Sexta-feira, Novembro 20, 2009  
Grande capacidade humana: colocar tudo a perder.
Sei lá, parece que nunca nos sentimos exatamente satisfeitos.
Sempre arranjamos algo mais a reclamar, e sem fazer muito esforço.
E reclamamos, e cobramos, e esperamos, e nos decepcionamos, e machucamos aqueles que só querem o nosso bem.
O ser humano é um bicho muito burro, isso sim.

Talvez o que nos separe dos animais seja a nossa maior fraqueza.
Diferentemente deles, somos capazes de ter sentimentos beeem variados.
Sentimentos que vão do amor ao ódio, da felicidade à tristeza e assim vai.

É aquilo: e se não tivéssemos, tudo seria mais fácil?

No momento, no meu dele, eu acho.
Deve ser muito ruim perceber que aquele monstrinho continua muito vivo lá dentro.
Ele teve a ilusão de que o monstro havia sido executado no ano passado, alguém mostrou isso a ele, mas não era real.
Talvez ele só conseguisse ser bom com essa outra pessoa. Talvez ele só conseguisse fazer algo durar se estivesse ao lado dela.
Mas ele não continuou. Ele seguiu o caminho dele e agora percebe que sempre será a mesma coisa: ele sempre será difícil de lidar, ele sempre ouvirá as pessoas “reclamaram” do maldito jeito dele, ele sempre decepcionará aqueles que ama e, lógico, ele sempre colocará tudo a perder.
Faz parte dele, sabe?
Depois estranham o pessimismo dele. O fato é que ele sabe do que é capaz, mas não consegue evitar.
E dói. Doí demais ver o que ele causa. E aí, ele tenta parar, mas já estava doendo dentro dele.
Ele sente um aperto bem forte no peito. Se sente como se tivesse algo entalado na garganta. E fala, e solta tudo (claro que não da maneira mais delicada), e mostra o quão imbecil ele é.

Eu sinto muito por ele. Acho que ele nunca se sentiu tão mal assim.

11:50 AM

Domingo, Novembro 01, 2009  
Em Ribeirão Preto.
E de pensar em tudo o que deixei aqui.
E pensar em como eu estaria se nunca tivesse saído daqui.
Como estaria? Com quem estaria?
E se nunca tivesse conhecido várias pessoas?
E se nunca o tivesse conhecido?
E se nunca o tivesse deixado?
E pensar na mudança de destino causada por minha escolha. Eu fui para Florianópolis, foi o destino que resolvi seguir, e deixei algumas coisas para trás.
E se eu não as tivesse deixado? E se minha escolha tivesse sido outra?
Eu seria mais feliz? Eu estaria sentindo o que sinto agora?
Dor? Arrependimento? Falta?

Odeio ter lembranças em Ribeirão. Odeio sentir que nada mudou e, ao mesmo tempo, que TUDO mudou.
E odeio sentir falta daquilo que, por escolha própria, eu fiz mudar.
A Má sempre me disse que eu deveria ir atrás do que me faz feliz, do que me faz bem. Independente de tudo. Com esse pensamento, fiz milhões de cagadas (95% delas concentradas em 2007).
Nesse ano, eu fui atrás do que pensei que me faria feliz.
Estudar em Florianópolis, em uma faculdade que eu desejava demais estar, morar sozinha.
E isso me tirou de perto de pessoas que amo. Pessoas que fazem falta, mas é na presença delas que eu realmente sinto o quanto perdi com essa distância.
Não vou dizer que não ganhei. Ganhei e muito. Mas ainda não o suficiente (e não sei se um dia será) para evitar com que eu me sinta assim ao vê-lo.
E eu me agarro aos pequenos momentos, às pequenas palavras, àquelas coisas que me trazem lembranças do que eu tinha há três meses. Coisas que mudaram muito rápido. Coisas que pensei ter esquecido muito rápido.
Elas estão mais dentro de mim do que nunca.
E eu não sei se as quero deixar passar.
De certa forma, elas são quem eu sou. Elas me tornaram o que sou.

Odeio pensar no rumo que as coisas tomaram.
Não eram esses meus planos há três meses atras.
Do nada, tudo virou de ponta cabeça, eu vi coisas que ignorava por espontânea vontade, do dia para a noite (literalmente) decidi uma novidade para minha vida e, por mais que eu me apegue a ela cada vez mais (na indecisão ainda se isso é burrice ou não), hoje, aqui, eu penso: “E se?”.

Lógico que nada mudará. Essa foi minha escolha e eu a sustentarei até o fim (aprendizado de 2007). Me sinto feliz com ela, na maior parte do tempo.
Não se pode ter tudo.

Mas eu não importaria nada em voltar um ano, um pouco depois de tudo ter começado, e viver tudo de novo.
Só para sentir aquele gosto novamente.


"Você deve querer muito ir para lá, né, Rafa?"
"Por que, Bia?"
"Porque vai deixar todas as pessoas que você ama." - uma garotinha de 8 anos [11/07/2009]

3:52 AM

Terça-feira, Outubro 27, 2009  

Antes a insegurança. Agora, a dúvida.


Depois de um certo tempo e de uma certa experiência em relacionamentos, sejam eles de amizade, amor ou mesmo de família, nós acabamos descobrindo as coisas com as quais podemos lidar ou não.
O que podemos aceitar, relevar, deixar para lá e esquecer.

Mas tudo tem um certo limite. Um dia, nós podemos saturar, perder de vez a paciência, estourar e jogar tudo para o alto. Não é uma atitude muito louvável, mas o risco dela acontecer é sempre eminente.

Quando chega a esse ponto, isso provavelmente quer dizer que a dor, a decepção, a mágoa, ou tudo isso junto, chegaram a um ponto insuportável que supera qualquer outra ligação que tínhamos com a outra pessoa. Aí, passamos a tratá-la mal, a ser frios e a machucar o outro, muitas vezes sem querer.

Como solução para sobreviver a isso tudo criamos anticorpos. Assim, se a pessoa acerta, bem; se não acerta, amém. Não esperamos mais, consequentemente não nos decepcionamos mais. Não nos machucamos mais.
Assim como não sentimos mais nada de bom. Não nos surpreendemos mais, não nos alegramos mais. Viramos uma espécie de zumbi, que se conforma com tudo o que acontece, para o bem ou para o mal.

Outra solução é desistir de vez do tal relacionamento. Terminar o namoro, se afastar do amigo, dar um tempo com a família.

Há uma terceira opção, acredito.
Você consegue vê-la?

8:09 PM

 
Um dia escrevi aqui que ela tem três problemas -ada. Mimada. Mal-acostumada. Errada de pensar de certas maneiras. Além do exagerada.
Hoje, confirmo principalmente o mal-acostumada.
Podemos dizer que ela tinha tudo. Mas resolveu seguir outro caminho.
Primeiro, há a dificuldade de esse outro caminho ser muito diferente do tudo que ela já tinha.
E sempre vem a dúvida, e se?

E você, novo caminho dela. Será?
Ela odeia sua calma, odeia sua paciência.
Odeia sua confiança, odeia sua segurança.
Odeia como você sempre parece ter certeza de tudo entre vocês e odeia como você vive bem com isso.
Odeia sua instabilidade (sim, para ela, você é instável).
Odeia como você a machuca sem querer, por causa do seu jeito. E odeia não poder ficar brava ou chateada com isso exatamente porque sabe que não é sua intenção.
Odeia como você é desligado, odeia como você é distraído. Odeia como você não percebe as coisas.
Odeia como você não sabe explicar as coisas, às vezes.
Odeia como você aparenta ser independente. Odeia como você aparenta não precisar dela.

Odeia você porque ela precisa de você. Odeia você pois se sente boba e pequena ao seu lado.
Odeia você por fazê-la se sentir exagerada, ciumenta e até desinteressante, às vezes.

Odeia quando você faz tudo ao contrário do que escrevi acima, pois faz com que ela te ame ainda mais.

Ela te odeia, principalmente, por te amar tanto.

(escrito por Rafaella, aquela Rafaella)

1:04 AM

Terça-feira, Setembro 29, 2009  
Coisas que gosto de Florianópolis:
- venta para caramba, e o vento é frio;
- sol não significa calor;
- chove (até demais, quem diria que um dia eu diria isso);
- tem morros pra tudo que é lado, e eles ficam bonitos quando bate sol;
- os mesmos morros ficam lindos quando estão cheios de neblina;
- tem pão caseiro de aipim e mini kalzone;
- é mais limpa;
- as pessoas são mais educadas;
- tem o curso de jornalismo dos meus sonhos;
- nele, inclusive, conheci muita gente que vale a pena guardar para sempre;
- além de pessoas de várias regiões diferentes e divertidas, como Maranhão, Mato Grosso, Minas, Ceará, e os queridos manezinhos daqui (e o povo de São Paulo =D);
- ninguém me conhece o suficiente para poder me julgar por coisas que já fiz ou deixei de fazer;

E o melhor de tudo é poder voltar para Ribeirão e tudo isso aqui parecer apenas um sonho, parecer que não existe e não aconteceu.

10:59 AM

Quarta-feira, Abril 29, 2009  
Quando quis respirar, lhe privaram o ar.
Quando ameaçou rir, o censuraram.
Quando ameaçou chorar, o impediram.
Quando ameaçou amar, não acharam o suficiente, ou não lhe corresponderam.
Quando ameaçou sentir raiva, acharam exagero.
Quando ameaçou gritar, o repreenderam.
Quando ameaçou ser feliz, acharam bobeira.
Quando ameaçou acertar, não reconheceram.
Mas quando ele ameaçou errar, não fizeram nada, apenas assistiram.

2:58 PM

Segunda-feira, Março 30, 2009  

Epifania [2007]


Segundo Drummond, as pessoas não devem ser efêmeras. Devem ser eternas.
Mas como saber o que é eterno?
Afinal, o que se tem por eterno hoje acaba amanhã, quebrando expectativas.
E todo o conceito de eterno se esvai, perdendo o sentido. Eterno é só o que se faz ser.
Não passa de um conceito, uma esperança.
Algo ansiado, e muitas vezes alcançado como uma idéia que pode durar segundos.
O eterno é relativo, limitado, incerto.
Assim, a crença nele rui com o tempo, e surge o medo.
E não tendo no que se segurar, o apoio passa a ser cada instante.
Não há como escrever sobre o eterno.
Pois o efêmero (o momentâneo, o agora) é a única certeza que se tem.

[despite my eternal truth]

10:54 AM

Terça-feira, Março 03, 2009  

Ode ao passado, presente e futuro


Um brinde à saudade. À falta. À rotina mudada. À tristeza que vem com ela.
Um brinde ao reencontro. À amizade duradoura. Ao telefone, ao e-mail, às cartas e presentes.
Um brinde aos relacionamentos perdidos. Ao que não tem volta. À dor do irremediável.
Um brinde aos novos amores. À felicidade besta que vem com eles. À esperança.
Um brinde aos parentes. À intrusão da morte e ao presente da vida entre eles.
Um brinde à traição. À decepção. À raiva.
Um brinde ao companheirismo. À cumplicidade. À lealdade.
Um brinde ao “me esquece”. Ao “não te quero”. Ao “nunca mais”.
Um brinde ao “você é especial”. Ao “nunca te esquecerei”. Ao “te amo”.
Um brinde ao para sempre que acabou.
Um brinde ao para sempre eterno.

Um brinde a andar de moto, ao ovo mexido, às comidas de microondas e a comida japonesa. Um brinde aos boxes, poodles, bulls terrier e gatos. Um brinde à vodka e à cerveja. Um brinde aos edredons pretos, azuis marinho, coloridos e de bolinhas. Um brinde aos olhos verdes e aos olhos incrivelmente pretos, aos morenos e loiros. Um brinde aos óculos de grau e aos óculos escuros. Um brinde a assistir a chuva pela janela, aos passeios na rua ou no parque. Um brinde a estudar junto, a dormir junto. Um brinde aos bichos de pelúcia, às fotografias, às pulseiras, às camisetas. Um brinde às viagens para a praia e para a montanha. Um brinde aos filmes, cinemas e seriados. Um brinde às músicas. Um brinde aos vídeos caseiros. Um brinde às altíssimas contas de telefone. Um brinde ao inglês, ao alemão e ao japonês. Um brinde às lágrimas de alegria e de tristeza. Um brinde aos abraços quentes e frios. Um brinde às semelhanças e às diferenças. Um brinde às intimidades, ao sexo gostoso e ao sexo forçado. Um brinde às noites em claro. Um brinde às brigas, discussões e grosserias. Um brinde aos olhares, carinhos e sorrisos. Um brinde ao entendimento mudo mútuo. Um brinde à tentativa e à paciência. Um brinde à estupidez e à imaturidade. Um brinde ao apoio e à falta de interesse. Um brinde ao impulso. Um brinde ao arrependimento. Um brinde ao perdão. Um brinde ao recomeço, às segunda, terceira e quarta chances. Um brinde ao erro. Um brinde à vontade. Um brinde à mudança. Um brinde ao reconhecimento e ao merecimento. Um brinde à felicidade indisfarçável e à dor muito bem escondida.

Um brinde às cartas. Um brinde às palavras não ditas.
Um brinde às palavras esquecidas. Um brinde ao que sobra de tudo isso.

Um brinde à vida.

1:40 AM

Quinta-feira, Janeiro 15, 2009  
Do jeito que as coisas estão, eu tenho certeza que um dia você a esquecerá.
Ela deixará de ser tão absurda e inexplicavelmente desejável.
Ela não terá mais tanta graça, falar com ela será desnecessário e você deixará de ser louco pelos cabelos, olhos, corpo e sorriso dela.
O jeito dela não será mais tão encantador, olhar para ela não será mais tão reconfortante.
Você passará a suportar mais e até a gostar do namorado dela.
Os gostos dela não serão mais os melhores sempre, as músicas te lembrarão menos dela e você não ligará mais para onde, como e com quem ela está.
Ela passará a ser mais uma garota, especial por algum motivo desconhecido, mas só. Só.
Só?

1:25 AM

Quinta-feira, Janeiro 01, 2009  
Quase morri do coração. Pensei que tivessem tirado meu blog do ar. Aí sim, eu teria um treco.
Bom, vim dizer um oi e dizer que passei na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), no curso de jornalismo em 2009. Estou morrendo de felicidade. =D
Mais comentários sobre isso em breve. Feliz 2009.

Madonna - Devil Wouldn't Recognize You

As quiet as it is tonight
You'd almost think you were safe
Your eyes are full of surprises
They cannot predict my fate

Waiting underneath the stars
There's something you should know
The angels they surround my heart
Telling me to let you go

I bet he couldn't, I bet he couldn't recognize
But I played right into it, who am I to criticize?
Somehow I'll get through it and you won't even
realize
Falling through your own disguise

It's like over and over
You're pushing me right down to the floor
I should just walk away
Over and over, I keep on coming back for more
I play into your fantasy

Now that it's over
You can lie to me right through your smile
I see behind your eyes
Now it's over, no more intoxicating my mind

Even the devil wouldn't recognize you, I do
Even the devil wouldn't recognize you, I do
Even the devil wouldn't recognize you, I do
Even the devil wouldn't recognize you, I do, I do, I
do

You almost fooled yourself this time
That all the saints be praised
You hide your sadness behind your smile
And you keep your lost heartbreaks

The steps that edge along the ledge
Is much higher than it seems
But I've been on that ledge before
You can't hide yourself from me
...

eu fui no show
foi muito bom

beijos

(sim, não pareceu q eu estou morrendo de felicidade, mas estou sim =D)

3:40 PM

Segunda-feira, Outubro 06, 2008  

Num labirinto


Estava escovando os dentes. Li na pasta: “Não ingerir”. Pensei: “Poxa, quantas vezes eu peguei um pouco de pasta e coloquei na boca e engoli?”. E quantas pessoas não o fazem?
Diariamente lemos ou ouvimos “avisos” assim, “nãos” assim. Não fume, não beba, não atravesse a rua sem olhar para os lados, não fale com estranhos, não tome chuva, não mexa com fogo e etcs... Se ouvimos isso, é porque alguém já experimentou e viu que deu errado: teve câncer de alguma coisa, ficou bêbado e passou mal, morreu atropelado, foi assaltado, ficou resfriado e seu queimou. Alguém experimentou, e nos avisou, mas a gente simplesmente não consegue ouvir.
Ignoramos avisos normalmente. Temos que experimentar nós mesmos, para ter certeza. Afinal, não temos câncer, já bebemos e não ficamos bêbados, já atravessamos a rua sem olhar e estamos vivos para contar (cada rima podre que está saindo...), não fomos assaltados, não ficamos resfriados e não nos queimamos. Então, até alguma dessas coisas acontecer, continuaremos fazer, pois só aprendemos errando. A cautela só surge com o erro.
Nesse meio tempo, as pessoas vão arruinando o que elas têm.
Por falta de cautela, por impulsividade ou porque somos humanos e parece que gostamos de errar, perdemos coisas de maneira estúpida, sem motivo.
A princípio, ficamos tristes. Sentimos muito pela perda e achamos que não conseguiremos continuar sem o que foi perdido. Nesse percurso, passeamos pela raiva, nos divertimos na culpa e deitamos com o arrependimento.
Sentimentos que passam, é só uma questão de tempo. De aceitar. De não pensar.
Pensar muito dá trabalho. Ás vezes parece que quanto mais pensamos, mais complicadas as coisas ficam, menos saídas achamos e piores ficam nossas situações.
Entramos em um labirinto muito longo e, muitas vezes, desistimos no caminho. Deixamos a vida à mercê dela mesma, do destino, das outras pessoas ou sabe-se lá de quem. Situação na qual esperamos as coisas acontecerem e apenas as aceitamos, sem fazer esforço algum para modificar alguma coisa, por pior que ela possa ser.
Somos covardes. Temos um medo muito grande de errar e de arruinar o que temos, perdendo o que nos é precioso. Não arriscamos, não tentamos mais de uma vez caso a primeira não tenha dado certo, não duvidamos, não provamos, não mudamos, não fazemos nada. Apenas assistimos as coisas passarem por nós, sem estarem nem um pouco sob nosso controle ou em nossas mãos. A reconfortante sensação de não cuidar do nosso próprio destino. De viver rotineiramente, fazendo sempre as mesmas coisas, percorrendo sempre os mesmos caminhos, falando sempre com as mesmas pessoas. Assim, a vida se torna chata, maçante e pode chegar a ser insuportável, mas fica simples e fácil. A praticidade acaba ganhando no final. A vontade de não assumir responsabilidade alguma pelas coisas erradas que acontecem conosco ganha no final.
Afinal, ninguém nunca tem culpa de nada e não vale a pena perder tempo pensando nisso.

”Eu me joguei num labirinto
Deixei de lado o que sinto
tão cego que ficava impossível
ir além do raso

Eu me afoguei num mar de rosas
me enganei em verso e prosa
tão certo que já tava perto
me afastei, perdido.”


Palmas para Jay Vaquer.

2:09 PM

Terça-feira, Setembro 30, 2008  

Maybe you're better off...



Tenho milhões de coisas pra escrever. As ideias aqui fluem numa velocidade absurda (como se sabe muito bem). Mas agora não vai dar certo. Estou precisando gritar, e surtar e morrer de raiva de tudo. Como não faço faz tempo. Me livrei disso há um tempo atrás. Tinha feito coisas certas, nas horas certas, me baseando na felicidade alheia, e mantendo tudo relativamente estável.
E quanto a mim? Bom, eu sobrevivo. Fazer as pessoas que me importam felizes, já basta.
Até certo ponto, realmente.
E agora? Agora perdi muito do que tive um dia. Por livre e espontânea vontade. Não consigo mais ficar com algumas pessoas. Preciso muito de outras. Escondo sentimentos o tempo todo. Brigo com pensamentos e desejos.
E continuo na mesma. Querendo fugir, cansada de todas as relações humanas, com seus podres e etc.
Nada dá certo! Tudo que eu tento fazer e me empenho e dou meu máximo é arruinado. Como?
Eu faço isso? Outras pessoas fazem??
Todo mundo faz!!!
Os seres humanos fazem!!!
A capacidade de todos de arruinar coisas maravilhosas da noite para o dia é incrível, e imensa!!!
Mas acontece....amanha passa e todos sobrevivem e aprendem.
Ou não...

10:21 PM

Domingo, Setembro 14, 2008  
Tem dias que parece que o mundo está contra você.
Que a última coisa que vc precisa é lembrar de certas coisas, ou certo alguém, e tudo, mas TUDO MESMO, faz com que vc se lembre disso.
É uma música, é um filme, é um comentário de outra pessoa, que seja relacionado à coisa que não quer ser lembrada, e pronto, vc pensa nela, no mínimo, pelos próximos dias.
E não tem como fugir disso.
Vêm as saudades. Mas aquelas saudades de lá de dentro, sofridas, dolorosas. Tristes.
No caso de ser alguém, vc quer saber como essa pessoa está, onde ela está. Quer abraça-la, quer estar com ela, quer rir com ela, quer não fazer nada com ela. Quer saber se ela pensa em vc ainda. Se segura para não dar sinal de vida, seja por Orkut, seja por celular ou seja ao vivo. Sentimento muito difícil de ser segurado, mas que não ganha, pois algo grande te impede.
E vc fica naquela agonia. E fica mal humorado. E bravo com tudo. Com vc, com a pessoa, com a vida. Com o motivo q fez vcs se separarem, com a vida que não te juntou a ela de novo, com tudo isso e mais um pouco.
E vc sabe que é só esperar, que em breve vc acaba esquecendo um pouco de novo, até essas coisas reaparecerem e esse sentimento voltar.
Over and over again.

6:33 PM

Domingo, Agosto 10, 2008  

Mas


Não quero mais a chuva. Não quero mais o vento.
Não quero mais.

Não quero mais os sons. Não quero mais os cheiros.
Não, eu não quero mais.

Não quero mais as datas. Não quero mais os lugares.
Não quero mais.

Não quero mais lembranças. Não quero mais você.
Não, eu não quero. Mas...

10:02 PM

Domingo, Junho 22, 2008  
Ontem durante o banho eu estava pensando na vida. Pensando no meu passado, e em coisas marcantes que já aconteceram.
Pois bem, estava lembrando de peculiaridades do meu primeiro namoro.
Com ênfase para o fato que eu tinha 12 para 13 anos no meu primeiro namoro relativamente sério, de aliança e tudo (precoce é a mãe).
Bom, durante esse namoro, um amigo meu (que não era tao amigo assim), no meu aniversário, comprou uma roupa pra mim. Uma blusa e uma saia. Que eu nunca cheguei a ver, pois meu namorado não gostou da ideia e “pediu” que eu negasse o presente. Eu o fiz.
Por causa desse namorado, eu perdi a confiança no meu primo, que na época era muito mais que um primo, era um irmão, era um confidente, mas pisou na bola, me fez perder meu namorado e eu só voltei a falar com ele muito tempo depois, e por causa da minha tia que interviu.
Por causa desse namorado, eu perdi o melhor amigo que eu já devo ter tido em toda a minha vida, por causa de uma besteira e de uma chantagem.
Isso falando apenas de dois danos. Irreversíveis.
Você pode pensar: mas isso só aconteceu porque vc deixou, Rafaella.
E eu serei obrigada a concordar. Isso só aconteceu porque eu deixei, porque eu me submeti a ele, porque eu queria fazer as coisas durarem.
Para esse namoro terminar da noite para o dia. Depois de milhares de brigas, lágrimas e submissões.
No meu segundo namoro sério (dois anos depois disso), parece que eu quis compensar. Que eu criei uma espécie de medo e de aversão, e não quis mais passar por nada daquilo. Não quis me submeter, não quis deixarem mandar em mim e ir contra a mnha vontade novamente. E deu errado. Eu acabei fazendo tudo da maneira errada, e o meu namoro tambem acabou, pela quarta vez (e ultima), depois de brigas, lágrimas, pseudo-submissões e momentos maravilhosos.
Acho que essa foi a maior diferença. O segundo namoro, mesmo com tudo de ruim que pode ter acontecido, valeu a pena, e foi compensado.
Tudo depende de com que se namora.

6:52 PM

Sexta-feira, Junho 13, 2008  
Neste exato momento, estou em um dos computadores do COC.
Acabei de chegar e deveria estar estudando. Mas, tava precisando escrever e, bom, essa minha semana foi um desastre no quesito estudar. Estive indisposta, fraca e com sono a semana inteira, e todas as vezes que tentei estudar, não funcionou.
Bom, ontem foi dia dos namorados (e hoje é sexta-feira treze! Adooooro!! =D) e como eu só sairei com o meu namorado hoje, ontem fui jantar com outro casal de namorados: meus pais. Pois bem, fomos os quatro (poq meu irmão também foi) comer na Curva de Rio (comer peixe ¬¬). Todos os outros casais de Ribeirão resolveram ir lá tambem, pois estava lotado. De qualquer forma, entramos sentamos e comemos. No fim do jantar, eu comecei a olhar em volta e reparar mais num casal ao nosso lado. Esse casal estava lá há mais tempo que nós, e já haviam acabado. Não havia nenhuma aliança presente, então suponho q sejam só namorados. E, quando eu olhei, eles estavam começando a discutir, pelo que parecia. Eles estavam conversando mais seriamente, não estavam se encostando muito, e havia um certo ênfase em cada frase (daquele jeito que só se faz quando se discute com namorados). E, de repente, ela começou a chorar. Ela estava falando algo sobre o que eu suponho q seja o emprego dela e sobre o namorado dela pensar que a chefe dela tem o horário à disposição dela. Aí, eu percebi q estava me metendo demais onde não fui chamada e parei de ouvir.
Para começar a pensar. Eu sempre fui recordista nesse assunto de discutir no dia e na hora errada. O casal sai, vai ao cinema, ta tudo lindo e maravilhoso até que BUM! Alguém puxa algum assunto e alguém começa a chorar. Isso acontecia direto comigo. E era uma desgraça. Eu saía com algum dito cujo por aí, um programa super legal, em um lugar super legal, e muitas vezes para comemorar algo (aniversários, meses de namoro e etcs). Algum dos dois soltava o comentario, o assunto, e td acabava ruim. E essa era uma das piores sensações do mundo.
Basicamente, eu me senti no lugar da moça ontem. Me compadeci por ela. Afinal, lá estavam os dois, comemorando o dia dos namorados na Curva de Rio (q não é exatamente barato), tudo lindo e maravilhoso, até que um dos dois soltou O comentário e eles foram embora relativamente bravos. Me lembrei da quantidade de vezes que chorei em bancos de shopping. Foram muitas. E isso desgastava, isso me deixava de uma maneira péssima. Como a moça ontem, que queria dizer algo e não conseguia e tudo piorava, até que isso a levou às lágrimas. Complicado, não?

(mas nada disso significa que não valha a pena amar.)

2:22 PM

Sábado, Maio 24, 2008  

minha lingua



Se tem uma coisa complicada, é a discrepância que pode existir nos relacionamentos.
A falta de reciprocidade entre duas pessoas com sentimentos tão parecidos, mas diferentes em algo, e isso muda tudo.
Ultimamente, isso acontece com freqüência.
Eu quero algumas coisas de algumas pessoas. E essas pessoas não necessariamente querem as mesmas coisas de mim. As pessoas querem algumas coisas de mim. E eu não necessariamente quero as mesmas coisas dessas pessoas.
E vira um conflito. Uma luta de interesses, como alguem me disse um dia.
O problema é: como sair dessa??
Como saber o que o outro quer? Como tentar conseguir o que se quer? Como falar? Como explicar? Como pedir? Como dar? (e cacete, poq tantas duvidas??????!!!!)

As pessoas são diferentes. As pessoas levam os relacionamentos de diferentes maneiras. E para que esses relacionamentos possam ir para algum lugar, essas pessoas precisam encontrar um ponto em comum. Senão, o que existe é a eterna dúvida. E, nenhum relacionamento pode ser construído em cima da dúvida. É um alicerce muito fraco, que pode despencar irreversivelmente a qualquer hora. E isso amedronta.
Quão grande é a vontade de ficar juntos, que ultrapassa essas discrepâncias, essas diferenças de vontade, e mantém o relacionamento?
Quão grande é o amor, a amizade, o carinho, suficientes para suportar faltas, ausências, mancadas e dores?
Até quando alguém agüenta ceder, perdoar, relevar, apenas para não perder a pessoa querida?
E será que tudo isso vale a pena??
Quem sabe??

só sei que cansei (e que nao esperava pensar assim denovo tão cedo).

1:41 AM

Quinta-feira, Abril 10, 2008  
Ela voltou a passar perfume. A escolher roupa. A arrumar mais o cabelo. A ouvir quem a elogia e começa a fazer o que dizem.
Ela passou a cuidar das bolinhas nas costas, das manchas nas pernas.
Passou a cuidar mais ainda do peso, da forma.
Do cabelo.

Ela canta. Ela ouve músicas novas.

Ela sonha. Ela sorri. Ela deseja.

Ela tem um motivo pra levantar da cama.

Ela tem algo a esperar. Ela tem algo a imaginar.

Ela dá diretas. Ela dá indiretas.


Ela tem medo. Ela não quer sonhar.

Ela não quer imaginar.

Ela teme que tudo está sendo em vão.

Ela tem medo dela mesma (para variar).

Ela tem medo de ser só imaginação.


Confusius.

10:05 PM

Sábado, Março 08, 2008  

Mo Caishle, Bebe, Bo...



A minha resolução de férias foi arrumar meu quarto. De vez. Jogar mil coisas fora, organizar as q sobram, e arranjar mais espaço para as q virão. Com isso, acabo mexendo em coisas praticamente (ou até literalmente) enterradas e esquecidas. No meio de tudo isso, achei certas coisas escritas há certo tempo atrás e tudo o que li me fez pensar na efemeridade da expressão “para sempre”.
Em quase tudo o que li, tinha essa expressão. No sentido de amar, de estar próximo, de estar pronto para ouvir, apoiar e tudo o mais. E, pensando no meu último ano, principalmente, eu vi como isso simplesmente não ocorreu. Como essas pessoas não me amaram, como elas não estiveram comigo quando precisei, como elas não cumpriram suas palavras (se no ano passado elas não o fizeram, imaginem agora...). Mas, está tudo escrito lá, com todas as letras: “para sempre”.
Eu demorei a descobrir o real significado dessa expressão. No meu primeiro namoro relativamente sério, com meus 13 anos, eu já dizia “para sempre” constantemente. E assim continuei minha vida. Até que um dia resolvi dizer isso apenas para as pessoas que eu realmente achava que poderiam ser para sempre, ou pelo menos, que eu queria muito que fossem. Algumas delas ainda são. Outras deixaram de ser.
O fato é que essa expressão é dita normalmente, como se fosse qualquer outra, como se fosse pouca coisa. Ela passou a ser algo trivial, algo diário, e normal, costumeiro. E não é! Mas não é mesmo! O Para Sempre, se ele realmente existe, é grande, tem muito significado, é um tempo longo demais, um tempo que não temos noção, que não conseguimos imaginar, que não é real (entre aspas). Mas mesmo assim, as pessoas insistem em dizê-lo, em fazer essa promessa, a promessa do “para sempre”.
Acho que o pior de tudo isso é saber que esse “para sempre” pode durar muito menos do que esperamos. O pior é lembrar de quando esse “para sempre” foi dito, ou da situação em que isso aconteceu, e olhar para si mesmo agora, percebendo que não, esse “para sempre” não existiu, não ocorreu, foi apenas uma expressão dita, talvez até com intenção de fazê-la ser real, mas não cumprida. O pior é ver que o “para sempre” acabou.
E saber que mesmo que a gente tente, ele poderá sempre acabar.

(hoje, isso não me machuca – mais)

10:19 PM

Domingo, Março 02, 2008  
Cá estou. Altas coisas, novamente, e mta preguiça, pra variar.
Eu tinha umas coisas a falar da academia, mas ontem surgiu um assunto mais urgente, então deixo a academia pra outro dia.
Mas, já que falei da academia, me deixem fazer um comentário. Ontem fui lá, fiz alongamento, body combat e dps fui pra musculação. Qdo cheguei lá, depois de dar uma olhada no local, cheguei a conclusão de que tinha exatamente 12 homens lá, e eu, só eu, de mulher. Han. (a Má, inclusive, fez um trocadilho podre qto ao 12 homens e eu. hauhaua) 12 homens e eu. Numa hora dessas, mesmo sem querer, vc acaba sendo o centro das atenções. Ou seja, morri de vergonha. Mas continuei lá. =D

Assunto importante agora. (opa, importantérrimo). Estava isolada do mundo ultimamente. Voltei de Floripa, fui pra Sao Paulo. Voltei de lá, fui pra Serrana. Voltei de lá só ontem. Ou seja, nao vi nem falei direito com ninguem nesse ultimo mes (entre aspas, pois falei com algumas pessoas sim, mas ver, quase ngm msmo). Aí, ao voltar de Serrana ontem, andando de carro, vi uma certa pessoa. Pessoa que não vejo desde...bom, desde mto tempo atras (nao consigo lembrar a data exata...faz tempo). E, ultimamente, ao pensar na tal pessoa, eu morria de medo de vê-la e de descobrir o que sentiria se/qdo isso acontecesse. Eu esperava que vê-la abalaria todas as minhas estruturas, eu passaria o resto do dia mais pra lá do que pra cá, perceberia o qto ainda gosto dela e td o mais. Eu pensava dessa maneira. Até ontem. Ao ver a dita pessoa, eu não senti nada. Ou pelo menos, nada do q esperava sentir. Muito pelo contrário. Ao vê-la, me espantei em vê-la depois de tanto tempo, e só. Não senti saudades, ou algum tipo de carinho ou amor. Ainda assim foi algo a se pensar.
Mas a história não acaba aí. Continuando meu percurso de ontem, vi outra pessoa. Não vi, fui mostrada, poq estava mto concentrada lendo um panfleto (ok, quem lê panfletos?? A vida é uma comedia msmo) até a Cris me chamar a atenção pra tal pessoa. Essa pessoa eu lembro mto bem o dia que a vi pela ultima vez e, sem datas exatas, digo q faz quase 3 meses que não a vejo. E tenho evitado vê-la de todas as maneiras (o motivo exato, eu não sei direito, ou sei. Bom...sei lá.). Mas ontem foi inevitável, lá estava ela. E, bom, não sei o q eu esperava caso a visse de novo, o que eu sei é que meu coração praticamente parou. Putz! Foi absurdo! Foi um baque imenso! Mesmo não sabendo o q esperar caso a visse de novo, vê-la foi um choque imenso que abalou tudo por aqui (meaning eu). Não acreditava que a estava vendo, depois de tanto tempo, que ela estava aqui em Ribeirão, e não sei mais o que. Passei o resto do dia com a tal pessoa na cabeça (como se precisasse vê-la para que isso acontecesse ¬¬), abalada e curiosa, e morrendo (morrendo msmo) de vontade de vê-la de novo. E morrendo de medo disso acontecer mesmo.
Resumindo, a pessoa em que eu pensava estar mais ligada, praticamente não influencia mais nada em minha vida, e a pessoa por quem eu não sabia direito dizer o que sentia (entre aspas, poq sabia algumas coisinhas sim), me abala como se fosse há 4 meses atrás. E querem saber? Gosto muito de saber disso (entre aspas, novamente.). É um belo passo pras coisas aqui dentro. Organiza algumas coisas.

Bom, é isso. Volto quando der.
Pra terminar, foto minha e de meu cabelo novo com a Creuza. =D



Uhuuu, amo vc Cris!

Bjooos

1:29 AM

Sábado, Fevereiro 23, 2008  
Voltei. Mto mais rapido do que todos esperavam. Han!
Eu tinha duas coisas pra falar, mas acho q isso vai ter que esperar. Como estou em Sampa (ainda – delícia =D), assuntos é o q não falta então como o resto não mudou mto ainda, deixo para falar depois.
Estar em Sampa significa, em sua maioria, família, né? Vejo TODO mundo. E, com isso, reparei em muitas semelhanças desconhecidas. Sou muito parecida com minha avó, que fala mal de todo mundo e não gosta de filme brasileiro. Sou igual ao meu avô em sua descrença em destino (naquele jeito fanático) e em sua vontade de trabalhar não exatamente pelo dinheiro, mas pelo trabalho, aprendizado, experiência e td o mais (ô pessoa maravilhosa e admirável meu avô), sem contar o jeito que nos entendemos muito bem, mesmo sem nos falar exatamente. Sou igual ao Gabi em muitas maneiras estranhas. Em manias estranhas, pode-se dizer. Não sei, mas eu descobri q ele é menos diferente de mim do q eu pensava. Mas é legal ver q cada um da minha família tem algo do outro. Deixa td mais ligado. E divertido. (a maravilhosa família Sígolo =D)
Outra coisa que pensei hoje depois de uma conversa que tive com o Gabi. As mulheres não prestam. E cada vez prestam menos. As poucas que eu conheço que realmente prestam, ou estão muito bem, ou não, pois o fato delas prestarem não ajuda muito também. Poq cheguei a essa conclusão?? Poq elas conseguem ser horríveis com pessoas que realmente não merecem. E isso me deixa realmente puta. Não q todos os homens do mundo sejam lindos e maravilhosos e só merecem o bem. Não, de jeito nenhum. Muitos deles também não prestam. Mas, conheço alguns que prestam, e q realmente sofreram na mão de garotas de uma maneira que eles não mereciam mesmo. E isso é injusto demais!! Se eu pudesse, eu iria lá e daria um soco na cara de cada uma delas, pelo sofrimento q fizeram a pessoas que amo, que não merecem, e que as amam. (ah, se quiserem me incluir no meio de uma delas aí, fique à vontade. Mas nem todas as pessoas q eu fiz sofrer prestam tbm.) Sem contar a burrice de machucar as pessoas erradas. Q q passa na cabeça delas?? Definitivamente, boa parte das mulheres não prestam. Tsc tsc.
(que mundo não?? Uma coisa. Hauahuahau)
Beijooos e até mais!

P.S.: à pessoa q comentou no post passado. Se vc ler isso: estou com saudades e te amo!

1:12 AM

Domingo, Fevereiro 17, 2008  
Muitas coisas a comentar, e a mto tempo (pra variar, a preguiça e/ou a falta de tempo não têm me ajudado mto nisso). No momento, to no notebook do Gabi (ui), e estava conectada a internet, até o pai dele desconectar no escritório dele (e, consequentemente, da casa inteira). Eu poderia mto bem me levantar e pedir a ele que reconectasse, ou eu mesma tentar reconectar (o q, convenhamos, não seria minha melhor opção), mas deixa quieto.
O fato é, não são nem onze horas da noite! E é um domingo! De férias! E já estão todos dormindo, o Gabi poq acorda cedo pra faculdade, e meus tios pra trabalhar. Mas não estou afim de dormir, não agora. Tenho livros pra ler, é verdade (já explico esse sistema, inclusive), e músicas que queria ouvir. Mas, poq não escrever, não é mesmo? Pois bem, cá estou.
Pra começo de conversa, deixe-me só explicar meu sistema livral dessa semana. Como vim passar 10 dias aqui em São Paulo, e com meu primo em aulas, eu teria mto tempo livre. Assim, trouxe 3 livros. Um q estava lendo (Harry Potter 7) e dois que começaria a ler (os dois últimos volumes do Desventuras em Série). Pois bem, li mais de 300 paginas do HP em dois dias e o acabei ontem (sem comentários – impossível), começando o penúltimo DeS em seguida. Hoje, já passei da metade do mesmo (eta livrinho fácil de se ler!!) e o acabarei mto em breve. O mesmo acontecerá com o próximo. E aí, o q faço? Muito simples. Lerei A Cidade e as Serras, que meu primo tem aqui. Sim, poq aí já me livro desse livro de uma vez!! (hauhauhaa, q trocadilho podre q fiz) Só q se eu não o acabar antes de voltar para Ribeirão e, conseqüentemente, para minha longa lista de livros a serem lidos e relidos, eu terei q parar de lê-lo de novo. =D Minha vida é mto pratica. Hauhauahauha
Bom, vamos ao q interessa. Primeiro, passei o carnaval em Floripa. Eu, meus pais, meu irmão e a Má. Nessa viagem, cheguei a várias conclusões. Primeiro, coisas q farei antes de morrer. Uma delas é ter um filho ruivo (ok, tinha uma criança ruiva lá, e era a coisa mais linda que já vi em toda a minha vida). Tudo bem q no meu caso, só casando com o Rony (segundo meu pai se referindo ao ator – Rupert Grint ). Mas eu não me incomodaria, poq ele é uma graça tbm (ha). Outra delas é ter um barco. Nem q seja um barquinho a remo (q eu economizaria e dps colocaria um motor =D), eu terei alguma coisa q flutua no mar (não, uma bacia não serviria). Outra coisa é inventar um protetor solar capilar, para não queimar seu coro cabeludo. Poq eu queimei, ficou horrivelmente vermelho e terrivelmente dolorido, alem do fato q qdo descasca parece q estou com uma caspa estranha. Assim, cheguei à conclusão que deveria fazer farmácia e bioquímica em vez de jornalismo. Nesse caso, eu deixo quieto =D. Ah, e achei o lugar q eu, a Cris e a Má compraremos para construir o nosso Dragonfly Inn (nossa futura pousada, na qual eu e a Cris seremos as gerentes e a Má cozinhará – afinal, ela tinha q ter alguma utilidade, não?? =D). Além do fato de eu ter certeza que prefiro a UFSC à USP, mas isso não vem ao caso no momento.
Não sei mais o que escrever. Não me lembro quais outros assuntos super interessante eu teria para colocar aqui. Só um comentário. Segunda passada, falei ao telefone com alguém importante pra mim. Aquele tipo de pessoa que quando pergunta “tudo bem com vc?” eu respondo sinceramente. Eu respondi ótimo. Acho q não ouvia um ótimo sincero sair da minha boca há mto tempo. Não sei exatamente o q isso significa. Sei q ainda não estou realmente ótima. Melhorei (e mto – nada como o tempo e a distancia, não?), mas às vezes certas coisas voltam e dão aquela abalada na pessoa, sabe? (isso me lembrou de outro assunto q eu queria falar aqui, mas isso aqui já ta grande demais então deixa pra próxima – ainda mais poq lembrei mais uma coisa q queria falar, uhuu!). Lembranças realmente não colaboram mto com minha estabilidade emocional. Mas as coisas vão bem. E a Má põe mta fé nesse ano. Por mim, pela Cris e por ela mesma. Quem sabe funciona??
Beijooos e até a próxima.
(fui até o escritório da minha tia fuçar e reconectei! Vou postar agora mesmo. Só lembrando de desconectar denovo depois ta ótimo! Hauhaua)

11:18 PM

Segunda-feira, Janeiro 28, 2008  
Resumo de tudo que escrevi ultimamente. (além do fato de eu definitivamente estar de TPM).
Ontem fiquei na internet até as 4 da manhã. Vendo vídeo de Gilmore Girls no YouTube (tendo certeza de que eu realmente queria um Jess na minha vida), ouvindo alguém cuja opinião importa me dizendo q eu, talvez, tenha decaído, e eu concordando, caso tivesse feito o q ele disse, lendo o recém descoberto blog do Antonio Prata (colunista foda da CAPRICHO que me inspirou a ser jornalista) e me deliciando com ele, mexendo no orkut, colocando fotos lá e mantendo uma certa página de um certo alguém que se rendeu à modismos de internet aberta a noite inteira (fato, sou polivalente =D).
Antes de subir, vi um vídeo do My Chemical Romance, cheguei a real conclusão de que hoje faltam tres semanas pro show (uia), e subi empolgadérrima cantando a música (no caso, mexendo a boca, poq não estava afim de acordar ninguém) como se estivesse no show já.
Eu não sou mto normal, de fato.
Escovei os dentes, tomei remédio ruim pras minhas aftas, não fui ao banheiro pois nao tinha papel higienico e eu estava com preguiça de pegar, fui ao meu quarto, passei a bagunça da minha cama para o meu chão (mto prática eu), e, ainda empolgada e sem sono (isso poq nas duas noites passadas eu tinha dormido, respectivamente, às 4:30 e às 8 da manha), deitei na cama.
Bom, o ataque de ontem passou. Yeah. Depois volta =D.
Só acrescentando: dia 6 de fevereiro é o aniversário do Jay, e todo ano o povo da Mundiça faz algo pra ele. Esse ano a idéia era todos escreverem algo em uma plaquinha e tirar foto com ela, para que um album seja feito com todas as fotos. Isso era pra ser enviado até ontem. E eu, lógico, pontual que sou nessas coisas, só enviei ontem. =D Mas, devo dizer que superei minha criatividade. Escrevi uma frase com nomes de músicas de todos os CDs dele e, inclusive, elas ficaram em ordem cronológica de CD. Fala aí se de vez em quando eu nao sou foda?? =D
Aí está a foto:



Devo dizer que deu trabalho (principalmente pra fazer a frase), mas ficou perfeito, modéstia à parte. =D

xxx

3:00 PM

 
Precisando escrever. Urgentemente.
Tanta coisa pra falar, ou pra gritar pra ser mais precisa.
Eu não agüento mais.
Estou prestes a explodir.
Eu não agüento mais minha vida. As merdas que faço e as conseqüências de tudo isso. Não, agora eu aprendi e td o mais. Sempre penso isso!!! E sempre faço uma cagada maior.
Eu perdi tudo que eu tinha. Tudo que eu tinha ano passado de mais importante (tirando duas pessoas e minha familia) eu pus a perder. Como q consigo fazer isso?
E agora, parece q depois de tudo isso, eu criei uma barreira a minha volta. E não sinto mais nada de novo, por ninguém. Por garotos. A não ser um.
Agora, algum garoto chega perto de mim, mostra interesse em mim e tudo o mais, e isso não faz diferença nenhuma. Estou completamente insensível a td isso. E, se bobear, acabo até evitando todos esses momentos. Todos esses garotos. Criando uma espécie de barreira. (quem diria, eu q sempre andei rodeada por pessoas do sexo oposto. é, dessa vez a coisa tá séria)
E a única pessoa q eu realmente quero do meu lado, a pessoa q eu penso o dia inteiro, e sonho durante a noite, a pessoa que eu daria td pra ter de volta, está longe, porque eu pisei na bola com ela.
Tem gente q merece certas coisas. Tem gente q não merece. Eu pisei na bola com pessoas de ambas as situações. Uma das piores coisas é fazer besteira com quem não merece. A consciência não fica nada gentil depois de uma dessas.
Aí, vc passa a esperar o milagre, a bênção, a segunda chance. Não funciona assim. Nada funciona assim.
Mas não há o que fazer. E essa sensação de impotência é péssima.
Ah, sei lá. Só sei que não agüento mais essa agonia maldita aqui dentro.
Quem sabe isso me ensine alguma coisa...

1:35 AM

Sábado, Janeiro 26, 2008  
Lendo meu blog nesse exato momento. (ou não, poq nesse exato momento eu estou escrevendo, mas deu pra entender).
Definitivamente, eu sou meio dramática. Eu só escrevo coisa meio ruim e pra baixo nessa budega. Eu hein? Eu lembro qdo isso começou, em 2003, q eu fazia uma longa, mas longa mesmo (meus leitores q o digam) descrição de como foram meus dias. E agora, jogo pensamentos aleatórios aqui, sobre tudo e tudo, e principalmente, sobre mim. E eu fui beeeem dramática msmo, principalmente o ano passado. O aninho, viu? E as cicatrizes que ele deixou não são nada agradáveis.
Falando nelas, ultimamente parece q estou meio insensível ao q ocorre ao meu redor. Entre aspas. Falando de amor mesmo. Parece q não sinto mais aquele tchans, sabe? Ou aquela vontade de amar. (também, dps do ano passado, vamos concordar).
Meio q não estou com minhas idéias muito organizadas. Consequentemente, não sei direito o q quero da minha vida. (pelo contrário, eu sei exatamente o que quero, quem quero e etceteras, mas isso eu não terei, o q complica um pouco as coisas).
É como se eu não agüentasse mais viver na minha própria pele, com todas essas coisas nas costas (ui, velha, e problemática). Não é bem assim. Mas eu fiz tanta coisa, boa e ruim (ok, lógico, principalmente ruim) e que me perseguem dia e noite, e há um bom tempo já que não agüento mais.
É como se tivesse cansado de tudo isso e estivesse disposta a começar tudo denovo. Outra coisa, outra pessoa. Ou alguma coisa do gênero. Nada claro isso. Mas eu acho que simplesmente não agüento mais minhas lembranças, poq elas não são sempre agradáveis, e estas (as desagradáveis) são as q me perseguem ultimamente.
Acho que o pior disso tudo é não poder fazer nada. Bom, aprender e td o mais, evitar coisas msmo q remotamente parecidas no futuro e etcs, mas isso não muda nada do q foi (não q algo mudaria, mas...). Mesmo não mudando, se eu estivesse numa situação diferente da minha atual, seria mais fácil de agüentar e “esquecer”, mas não, é assim mesmo que estou e só o maldito tempo vai mudar isso.
Único problema: ano passado eu estava em uma situação similar a essa, querendo uma chance de poder agüentar mais facilmente e esquecer. E a chance me foi dada! E ainda veio em roupas de marca! E, a pessoa aqui, jogou ela fora. Ok, isso é absurdo! Mas absurdo msmo! E como somos todos uns idiotas, eu penso algo do gênero: a chance foi dada, vc desperdiçou, e agora, meu bem, vai demorar pra vc ter outra. Pensamento assustador, mas muito relativo.
Mas, é bom que depois dessa, alguma coisa eu tenha aprendido.

xxx

2:37 AM

Sábado, Dezembro 15, 2007  

I'm glad it's over, finally



Escrever, escrever, escrever.
Mil coisas na cabeça, e eu querendo escrever, não sei nem por onde começo.
Tanta coisa pra falar, há tanto tempo, mas sem saber direito o quê.
Pra começo de conversa, acabou o ano letivo. Ontem.
E eu e a Cri estávamos a lembrar do começo do ano. Do dia anterior ao primeiro dia de aula. Da roupa com que fomos no primeiro dia de aula. Do que estávamos sentindo por estar começando um novo ano. Do que esperávamos desse novo ano.
Definitivamente, o que seria um ano bem louco. Bem confuso. Bem difícil até.
Ano em que eu me superei nas cagadas.
Ano em que descobri os maiores podres de muitas pessoas (inclusive/principalmente os meus).
Ano em que eu descobri que eu, às vezes, sou um perigo para outras pessoas.
Ano em que eu mais descobri a dar valor ao que eu tenho.
Ano em que eu descobri o que é a morte.
Ano em que eu lembrei o que é a perda e a dor de verdade.
Ano em que eu vi o que realmente é a amizade, e a admiração.
Ano em que eu descobri a verdadeira angústia.
Ano em que eu descobri o que pode significar ter uma simples mão para segurar.
É, foi um ano meio bombástico. Se bem que isso pode ser um exagero. Ou não.
E aprendi. Nossa, aprendi demais. Mais do que gostaria, inclusive. Tem coisas que a gente só aprende errando. O meu caso é exatamente esse.

E o ano que vem é uma incógnita. Cheio de variáveis. Já sei que não estarei em São Paulo (como mais gostaria). Talvez esteja em Florianópolis, talvez em Belo Horizonte. Ou talvez eu simplesmente não saia daqui. Não sei perto de quem estarei. Não sei com quem estarei. Não sei muito bem o que esperar. E nem o que querer. To meio alheia a tudo no momento. Aliás, não só no momento. Foi um ano em que estive meio alheia a tudo. E no meio dele, eu já rezava para que ele acabasse. Mas sempre acontecia algo que me dava esperanças que passaria a vontade do ano acabar rápido, que este ano valeria a pena. E eu sempre colocava isso a perder. Minha enorme capacidade de colocar coisas que poderiam dar certo a perder.

Talvez eu tenha aprendido e mudado isso.
Talvez não.

6:48 PM

Segunda-feira, Outubro 08, 2007  
novo template
consegui um que presta
o fato é q os textos vao ficar bem maiores
huhuhu

8:05 PM

Quarta-feira, Setembro 05, 2007  
apanhando um monte dos novos templates...
o coisa q nao colabora, viu??

8:09 PM

Segunda-feira, Setembro 03, 2007  
template novo.
dps arrumo, ok?
tks!

8:59 PM

 

You say we´re not responsible, but we are.



[terceiro post q começo a escrever em menos de 5 dias. o primeiro que acabo – e mais ou menos ainda por cima – quem sabe eu ainda termino os outros dois. oficina do diabo rolando solta por aqui]
Ela se mudou da Terra do Nunca. Passou a preferir o prático ao real, e ao sincero. E até ao certo, de repente. Cresceu, cansou, acordou, cansou.
De tudo.
das pessoas, e suas atitudes, e seus pensamentos, e seus jeitos, e seus gostos, e seus defeitos, e suas perfeições.
dela mesma, e seus pensamentos, e seu jeito, as pessoas à sua volta, e seus sonhos, e sua realidade.
Resolveu abstrair tudo. Passar para um novo plano de vida, para uma nova linha de pensamento.
Desistiu de se importar, e de amar de verdade, e de sofrer por outros. E de ser ela mesma com os outros, fazendo-os amá-la, e sofrer por ela.
Muitas vezes sua máscara acaba agradando mais e sendo mais fácil...a ela E aos outros.
Decidiu levar a vida como esta está, aproveitando as coisas como estão, pois elas também acabarão, como todo o resto que ela sempre teve e acreditou em.
Ela passou a pensar q algumas coisas não adiantam. Certos carinhos, demonstrações, e dedicações não servem para nada no final. As coisas acabam durando menos de um segundo.

O problema é: ela pensa assim até que alguém ou alguma coisa, infelizmente, a lembre de tudo. De como é bom amar alguém de verdade, e ter alguém realmente. E sentir algo, se importar e fazer as coisas darem certo, e a gratidão dos outros. Isso a faz lembrar que, talvez, algumas coisas, algumas palavras, alguns gestos e até algumas burradas, valem a pena. E muito. Porque é assim que ela consegue tudo o que a faz continuar. E seguir. E sorrir. E chorar. E viver.

*and she screams...so loud…that you can’t hear her anymore.

8:47 PM

Domingo, Agosto 12, 2007  

Don`t make me your Clem...



Bem, bem, bem. To pra vir aqui desde quinta, com assuntos da própria quinta, e de sexta, e de sábado. Pra variar, não houve tempo (e nem mto saco), mas cá estou.
Na quinta, o COC passou o filme Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças (tbm conhecido como a Eterna Lembrança de Uma Mente Sem Brilho ^^) e o filme, mais a palestra q tivemos depois dele me fez pensar em muitas coisas.
Em relacionamentos, principalmente. Pensando nesse ponto, meu ano foi turbulento e anormal. Passei por um relacionamento de longa data já, que durou mais do q eu esperava. Passei por outro q durou menos do q eu esperava e, com certeza, menos do q eu gostaria. E agora, talvez esteja começando um outro, com um completo estranho, que me faz muito bem. De cada um dos q passaram, devido às pessoas com quem foram (principalmente), mexeram muito comigo E eu peguei um pouco de cada um. Fui me modificando até me tornar uma pessoa completamente diferente. Pra começo de conversa, para namorar alguém, é preciso se moldar a esse alguém. Aprendi isso dolorosamente. Ninguém vem prontinho/certinho pra ninguém. Pelo contrário...e essa moldagem é uma das partes mais difíceis. E o Bordini disse q nós cedemos ao outro não por ele. Mas por nós mesmos. Poq amamos esse alguém e não queremos que ele vá embora. E eu concordo plenamente. Vale a pena, sabe?? E eu fiz isso, e muito. Até com coisas q considerava injustas. Eu acabei cedendo, e me moldando e deixando boa parte da minha essência pra trás. E não me arrependo, de jeito nenhum, pois quem está de fora não sabe o q eu sentia e o q a outra pessoa significava pra mim. O fiz, de bom grado, e faria mais um monte de vezes.
Eu to bem longe de ser a pessoa mais fácil de se conviver do mundo. Todos a meu lado sabem disso. Precisa d uma fase da adaptação digamos, para q as coisas funcionem. E essa fase varia para cada pessoa. Com algumas, foi super fácil. Com outras, ela ainda está ocorrendo. Mas eu não escondo nada. Não escondo que não sou muito carinhosa, nem q sou cabeça dura (mas isso eu cheguei a conclusão que todo mundo é), nem q sou encucada, e sincera e insegura. Mas todos q estão ao meu lado têm plena consciência disso...e lidam muito bem com isso, depois q me entendem. Mas eu me dedico às pessoas que gosto. Me dou completamente. Apenas para fazê-las felizes. Às vezes isso acontece com palavras. Às vezes com gestos. Às vezes com sorrisos. Mas quando eu quero, eu consigo ser realmente carinhosa.
O q eu queria mesmo, é parar de machucar as pessoas por ser como eu sou.
(continua...)

7:15 PM

Quarta-feira, Agosto 01, 2007  
Acabei de chegar em casa. Deveria estar estudando (ainda mais poq esse foi o motivo pelo qual eu não fui ao cinema com meus pais, assistir HP pela terceira vez ^^), mas vim aqui expressar meu nervosismo com algumas coisas/pessoas.
Todo mundo sabe q eu não sou a pessoa mais calma do mundo. Pelo contrário. E mesmo quem me conhece a pouco tempo sabe disso. Então, poq parece q algumas pessoas fazem até um esforço pra me deixar estressada?? Não, sério, e olha que eu melhorei absurdamente. Antes eu era mto pior, mto mais explosiva e impulsiva. Agora não. Sou menos orgulhosa, desculpo MTO (absurdamente) mais fácil e td o mais. E aí, parecem q as pessoas perceberam isso e passaram a abusar da minha boa vontade. Além do mais, tem dias (ou semanas no meu caso) q vc acorda com o pé esquerdo, e não tá mto de bem com a vida. E os outros escolhem esses dias para fazer caras feias pra vc, omitir coisas q deveriam te contar e outras cositas más. E tudo de uma vez!!! Poq aí vc já tá estressado com um, e o outro faz cagada e vc desconta nele tbm, e vai acumulando e vc chega em casa, numa quarta-feira q vc acordou às 5 da manhã (pois é, preciso estudar) p* da vida com Deus e o mundo. Sem contar mais aqueles trocentos motivos q vc tem pra se preocupar e não conseguir dormir e brigar com o resto. Oras.
Parece que desgraça pouca é bobagem.

*gusfraba

7:57 PM

Segunda-feira, Julho 30, 2007  

Sintam a dor do amor



Cá estou novamente. E sim, pretendo fazer disso uma rotina agora, pois arrumei uma leitora muito especial, que me elogiou tanto, mas tanto, que quero fazer jus a todos os elogios que recebi (ah, sim, foi lindo e muito obrigada. estou muito lisonjeada).
E tenho assuntos também. Alias, to cheia de assuntos. Tava pra falar sobre amizades, e também sobre a ditadura da moda (ha!), mas ontem eu fiz uma coisa meio inusitada (pra mim pelo menos), então vim comentar, poq veio junto um bando de pensamentos novos (mente vazia, oficina do diabo, não?? ouvi isso tanto esse ano, amei, hauhauha).
Bom, ontem eu fui no casamento da minha prima. Não ia a casamentos desde 2001 (no qual eu fui daminha, me fizeram cachos que já tinham desmanchado quando começou a festa, mas que foi lindo, foi, hauhauahuaha ) e tinha me esquecido de muita coisa. Bom, falando do casamento em si, foi lindo. Definitivamente, eu vou me casar (hauahuahau). Não tem coisa mais linda que casamento. E o dela foi particularmente excepcional. O marido dela é militar, então ele casou de farda de gala, azul e vermelha como os príncipes dos contos de fada!! L-I-N-D-O. E eu vou casar com um militar tbm!! Ainda mais poq não temos príncipes em abundância por aqui (hauhauaha). E além dele estar vestido, ainda tinha outros militares, com espadinhas e td o mais, fazendo umas coisas pra cerimônia. Ahhh, amei mto isso. hauhauahaa. Problema de ontem: como tava frio, resolvemos comprar um scarpin (ou scarpan...nao sei...mas acho q deve ser scarpan, bom, vcs entenderam) pra mim. Um dia isso teria q acontecer. Ok, eu definitivamente não nasci pra ser mulher. hauhauaaha. Ô coisa apertada, e ruim, e alta, e chique (ui), ok, eh lindo e td o mais, e fica mto legal no pé. Mas não sei se nasci pra isso mesmo. Além do fato que a criança aqui que não pode ver um balanço (o casamento foi numa chácara) que ela tem que ir. Seja de vestido longo, meia de seda, estola super chique, chapinha, maquiagem E scarpan/in, se ela vê um balanço, lá está ela no meio das crianças. E num frio do cão, diga-se de passagem. Mas é isso aí. O casamento foi bom, eu comi um monte (hu – pra variar), e eu realmente decidi que quero casar (algum voluntário?? =] )
Agora vamos ao pensamento qto à isso:
o padre diz um monte de coisas bonitas, né? Sobre amor, fidelidade, a construção de uma casa juntos, casa que precisa de alicerces e tudo o mais. E os noivos, lá na frente do representante de Deus, por assim dizer, que abençoou a união deles e tudo o mais, juram se amar, se respeitar e serem fiéis até o fim de suas vidas. Então, poq q tem gente q faz isso e tá traindo o marido/mulher com o padrinho/madrinha que está presente naquele mesmo casamento? Pra quê casar então?? Gasta uma grana absurda, chama a família toda, os amigos – e emociona boa parte desse povo todo – pra depois acontecer aquele escândalo de traição e tudo o mais. Meu, ok, não sou A pessoa que tem altos relacionamentos, nem A pessoa que já casou e já viu como é. Mas acho que pra casar, que pra fazer tudo isso, tem que amar, tem q estar amando, tem que ser fiel, e cúmplice, e companheiro e tudo aquilo que sempre procuramos em alguém, e quase nunca encontramos o pacote inteiro. Então, se encontrou, jurou amá-lo e respeitá-lo até o fim de suas vidas, pra q jogar isso fora? Poq q mais e mais pessoas acabam se divorciando e casando de novo, e se divorciando, formando um ciclo vicioso que parece q não acaba de jeito nenhum?? Ainda mais poq, graças, a minha base, que são meus pais, são mto bem casados há quase 25 anos e somos muito unidos – problemas às vezes, claro, não somos tão perfeitos assim, mas somos felizes, juntos. Mas, quantos são assim hoje em dia mesmo? Não acho que o amor, se cultivado sempre, acaba. Inclusive, eu, no meus dezessete aninhos (quase 18, yes!) tenho um amor assim, e pretendo cultivá-lo sempre.
Talvez eu não entenda nada disso.
Talvez eu realmente não saiba do que estou falando.
Mas pra mim, se casar, faça ser pra sempre. Não há coisa melhor do que ter alguém ao seu lado. Quanto a isso, eu posso opinar.

9:38 PM

Segunda-feira, Julho 23, 2007  

Antônimos



Cá estou. Não era muito bem programado de eu estar aqui hoje, mas me vieram váários assuntos comentáveis aqui, e como estou orgulhosa de mim hoje (será mencionado o porque, se segurem), eu mereço isso. ^^
Primeiro: estava no banheiro hoje, pensando na vida (sim, no banheiro, pois parece q lá é o único lugar daquela escola que eu tenho realmente privacidade, então, lá estava eu), e entrou uma menina falando ao telefone com não sei quem. Parecia mãe ou pai, mas depois não parecia mais (e a gansa aqui escutando. mas não é minha culpa, ela falava em voz normal, oras, não sou surda!!). Aí, ela começou a soltar umas exclamações e disse que não sei quem se enforcou. Uma garota, se enforcou. Notícia muito boa para se dar ao telefone, às 5 da tarde, na escola. Ok. Que ela se enforcou, e a menina do banheiro soltou o seguinte comentário : ´Precisa ter muita coragem, não?´ . Bom, para a outra garota parece q não foi tão difícil. Nesse caso, é tão complicado julgar. Afinal, ninguém estava na pele dela pra saber o que ela realmente sentia, o que queria, o q faltava, o q a levaria a fazer isso, e ser encontrada algum tempo depois, morta. Talvez, se alguém tivesse simplesmente parado ao lado dela e a escutado por alguns minutos, e a abraçado, poderia tê-la salvado. Ou não. Mas seria uma chance. Levar alguém a tirar sua vida, dessa maneira, tem que ser algo muito ruim, o psicológico da pessoa deve estar horrível. A prova disso é como as religiões no geral condenam absolutamente esse comportamento. E eu penso, aquela garota deveria ter alguém nesse mundo. Nem que fosse um parente, um amigo. Alguém. E esse alguém, como fica? Com a notícia no geral, com a perda de alguém amado, com a não explicação e, de repente, algum arrependimento de não estar lá quando a pessoa precisou, de não perceber quão mal a pessoa estava a ponto de fazer isso. Não julgo. Não tenho esse direito. Apenas sinto por alguém que se sente tão mal ao ponto de acabar com sua própria vida. .

Boom, falando de coisas mais alegres, hoje recomeçaram as aulas (e sim, isso pra mim é algo alegre). Sério, não me conformo como eu ainda fico super ansiosa pro começo das aulas e super feliz durante o primeiro dia. Pois bem, noite passada nem dormi direito de ansiedade (e ainda bem q to tomando remédio pra afta, senão eu ia sofrer, e bastante) e hoje tava super empolgada. hauhauaha. Patética, não? E, bom, esse, teoricamente, foi o meu ultimo primeiro dia de aula. No colegial, literalmente. Pô, to velha. Tantos primeiros dias...uou...e a pessoa aqui sempre sofrendo de saudades nas férias. huahauhaa. Só eu mesmo pra fazer essas coisas. E hoje o dia foi produtivo, ri consideravelmente, tive bastante vontade de xingar, briguei...Pulei, escorreguei no corrimão, comi porcaria com a minha hermana, tomei chuva e vento, enchi o saco d uma galera (to de volta ^^ definitivamente), e estudei! ha, e estudei bastante. Mais do que esperava de mim mesma (daí o orgulho). E não estudei só na escola, nãão. Inclusive, estudei bem pouco na escola. Mas, cheguei em casa e estudei mais uma hora no mínimo. No chão, forçando minha perna e minha virilha pra semana q vem q recomeça o jazz (ok, atestado de louca. o q não é nenhuma novidade, cá entre nós). E, bom, to orgulhosa. Pretendo dormir cedo pois estou morrendo de sono e estou empolgada. Huhu, eu sou realmente estranha...

mas é bom estar viva.

9:53 PM

Quarta-feira, Julho 11, 2007  

´Todo mundo sabe, que homem nao chora´ - you wish



Uma coisa bem curiosa é o que podemos causar nos outros, mesmo sem querer, sendo apenas como somos. Às vezes, as pessoas ficam muito felizes com pequenas coisas que fazemos, e que fizemos não necessariamente com uma grande intenção de agradar, mas fizemos apenas por ser de nossa natureza. Outras vezes, fazemos as pessoas ficarem tristes, sem a intenção de realmente magoar, mas por sermos quem somos, e não necessariamente – e, principalmente, nem sempre – somos perfeitos.
Às vezes não me conformo por ter feito algumas pessoas sorrirem. Sorrisos verdadeiros, lógico. Por fazer coisas que, para mim, são tão pequenas e tão naturais, algumas pessoas sorriem e agradecem e se sentem bem pelo que eu fiz. É algo gratificante. E até estranho. Fazer uma pessoa sorrir com uma palavra, um abraço, um apoio e, de preferência, todos cedidos na hora certa e sem intenção de receber algo em troca, é uma sensação curiosa. É incrível o impacto que algumas palavras têm. Em ambos os sentidos.
Outras vezes, faço pessoas chorarem. Até algumas pessoas frias, que não choram por nada, acabam chorando um dia, e ser a pessoa que causou esse choro, sendo um choro feliz ou triste, é estranho. Não sei como posso ser algo tão grande e tão importante que a felicidade de outras pessoas acaba dependendo de mim, tanto da minha felicidade, quanto das minhas atitudes. Vi lágrimas saindo de olhos por motivos estranhos que nunca seriam esperadas por mim. Vi pessoas chorando em situações que nunca imaginava que as veria. E em boa parte delas, doeu em mim também. Fazer certas pessoas chorarem, e por causa do meu jeito na maioria das vezes, acaba sendo tão ruim pra mim quanto para as pessoas que choram. Do mesmo jeito que comover uma pessoa ao ponto de levá-la às lágrimas acaba sendo comovente para mim também. Isso quando não choram pelo simples fato de me ver triste, de me ver chorando. Isso que é a real amizade, se sentir triste por ver uma pessoa querida triste.
Algumas lágrimas nunca deveriam ter caído. Eu não deveria ter magoado algumas pessoas, em algumas situações. Como posso ser tanto assim para alguém?? Sei lá. Não me considero tanta coisa assim, sabe? Posso ter aqueles pontos positivos e tal, mas às vezes acabo sendo tanta coisa e pra tanta gente que me assusto. Ok, meio q fica sendo A senhorita modéstia q quer q entrem aki e rasguem a seda pra cima dela (ha!). Mas não, e tenho certeza q eu não sou a única que pensa essas coisas às vezes. Não sou a única q tenta entender como pode ser tanto a ponto de levar os outros às lágrimas, e nem sempre por muita coisa.
E sim, é estranho.

1:43 PM

 
bug
1:42 PM

 
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